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C6 Bank adquire PayGo

PayGo agora faz parte do mesmo grupo do C6 Bank e lança serviço de “subadquirência” para fazer intermediação entre adquirentes, clientes e lojistas.

A NTK, companhia com 16 anos de experiência no mercado brasileiro de meios de pagamento, passa a se chamar PayGo. A empresa de tecnologia agora integra a C6 Participações Societária, mesmo grupo do C6 Bank, banco comercial em processo de constituição.

A PayGo oferece soluções customizadas para pagamentos por cartões em equipamentos fixos e móveis, além de ferramentas de e-commerce. A empresa tem mais de 35 mil terminais ativos, realiza 800 mil operações por dia e captura cerca de R$ 2 bilhões em transações a cada mês.

Queremos ser um marketplace inteligente e inovador, cada vez mais completo, para capturar transações com cartões independentemente do canal que o empresário escolha para receber os seus pagamentos.

Vinicius Pessin, CEO da PayGo

Nessa nova fase, a empresa amplia o seu portfólio de serviços. A PayGo começa a atuar também como subadquirente, o que significa que passa a ser um elo na relação entre lojistas e operadoras de cartão, que autorizam as transações de pagamento segundo a disponibilidade de saldo a segurança das informações.

Outra novidade é o lançamento de terminais para captura de transações, com novos modelos de maquininhas portáteis. Um dos exemplos é o POS TEF (Transferência Eletrônica de Fundos), equipamento móvel que se integra a softwares de gestão e ajuda o empresário a controlar fluxos de recebimento. A PayGo também lança mini maquininhas, soluções mais baratas e compactas que o modelo tradicional que também se integram aos softwares de gestão.

A PayGo passa a oferecer soluções que viabilizam novos modelos de negócios, como divisão do pagamento entre diferentes prestadores de serviços trabalhando em um mesmo local ou a divisão do pagamento entre múltiplos estabelecimentos comerciais.

Este movimento fortalece este nascimento do C6 Bank e diversifica o portfólio das marcas. Para a PayGo é um passo em rumo ao crescimento e traz novas possibilidades. Este aquecimento do mercado de fintech é positivo na minha opinião, pois gera uma maior concorrência e quem ganha com isto é o consumidor.